Porto de Cabedelo vive um pool de desenvolvimento após anos de má administração e falta de investimento dos poderes públicos
Postado por Docas - PB em 07-07-2010  




Eis que com os holofotes todos voltados para os diversos agentes de desenvolvimento do país em função do boom do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo do presidente Lula, que tem repassado milhões em recursos para municípios de todas as regiões do Brasil, o Porto de Cabedelo, na Paraíba, está sabendo bem como aproveitar as oportunidades. É que depois de anos de prejuízo, com balanços negativos sucessivos, falta de infraestrutura adequada para receber navios cargueiros e ausência de projetos que impulsionassem a demanda do terminal, a Companhia Docas da Paraíba, que administra o Porto de Cabedelo, registrou, só no exercício de 2009, um lucro líquido de R$ 1.130.815,46, resultado nunca antes alcançado desde a sua criação em 1998. Tudo isso, explica o diretor presidente da Companhia, Wagner Breckenfeld, não está relacionado a nada de extraordinário, mas à postura transparente e empreendedora da nova gestão do Porto de Cabedelo que, com austeridade, acabou com o fim do desperdício do dinheiro público e, acima de tudo, soube aproveitar os investimentos do governo federal.

Graças a esse momento de grande vitalidade e crescimento, alcançado pelo setor de transporte marítimo paraibano em pouco mais de um ano de administração do Porto de Cabedelo, a direção da Companhia Docas conquistou também outros benefícios para o Porto de Cabedelo, a exemplo da aprovação das obras de dragagem, financiadas por recursos do PAC e que possibilitará a elevação do canal de acesso, bacia de evolução e berços de atracação para onze metros, incluindo definitivamente o terminal na rota dos Cruzeiros Internacionais, que movimentou, só na primeira temporada, ano passado, cerca de R$ 25 milhões através do turismo marítimo. As obras de dragagem também vão possibilitar a atração de novos investidores, a partir da melhoria da infraestrutura, tanto do ponto de vista operacional, com a compra de novos equipamentos, como do ponto de vista de funcionalidade.

Segundo o diretor presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wagner Breckenfeld, esse é apenas o começo de uma nova história. “O Porto ainda tem muito para apresentar. Já estamos tendo investimentos na área de armazenamento, com a construção de novos silos, de equipamentos e agora iniciamos também a nossa dragagem”, disse Breckenfeld, lembrando que o porto possui uma limitação de recebimento de embarcações de até 30 pés de calado que a realidade só mudará com a conclusão das obras, iniciadas em junho. Para ele, após a dragagem, que deve acontecer entre 120 e 180 dias, essa limitação ficará apenas na memória de quem conheceu o Porto de Cabedelo. Segundo Breckenfeld, com a dragagem, o Porto passará a receber embarcações de até 40 pés de calado, o que praticamente dobrará a sua capacidade de operação.

“Após a dragagem, o porto vai aumentar seu fluxo de recebimento, tendo em vista que estará preparado para o desembarque de até 70 mil toneladas por embarcação”, comemora Breckenfeld, destacando que essa conquista, que é uma das mais importantes no processo de desenvolvimento do terminal, não se deve apenas à competência e à transparência de sua equipe, mas também ao grande apoio que vem recebendo do Governo Federal, através da Secretaria Especial dos Portos (SEP) e do Ministro da SEP, Pedro Brito do Nascimento, que confia em seu trabalho e acompanha de perto essa nova etapa do Porto de Cabedelo.

“O apoio do Governo Federal com certeza está sendo determinante para o desenvolvimento do Porto, visto que com os recursos do PAC, que nesta obra totalizam R$ 39,9 milhões, vamos conseguir viabilizar o aumento da capacidade operacional de Cabedelo e, consequentemente, de sua receita”, diz Breckenfeld, destacando ainda que a Companhia Docas também tem feito sua parte para que o Porto possa aproveitar esse momento de grandes investimentos no setor. De acordo com ele, desde que assumiu a gestão do terminal, diversas medidas foram adotadas para o saneamento total de sua receita. “Cobramos débitos que não estavam sendo pagos pela utilização das áreas do porto, fizemos corte de despesas não essenciais e, principalmente, incluímos a clareza nos objetivos e metas na administração da coisa pública e a austeridade nas compras do terminal”, explicou o diretor presidente da Companhia Docas.

Além disso, o Porto de Cabedelo também teve sua imagem resgatada, com a restituição também de sua credibilidade junto às instituições de crédito do país, o que com certeza contribuiu para sua reabilitação junto ao governo federal e incentivou as inúmeras parcerias que vem sendo consagradas nos últimos meses. A receita para esse verdadeiro “desabrochar” do Porto de Cabedelo, segundo Breckenfeld, é fácil. Para ele, basta vontade, competência e, acima de tudo responsabilidade com a administração pública e bons parceiros. “Com isso confirmamos o potencial do Porto de Cabedelo e provamos que a não geração de lucro pertence ao passado. Hoje o Porto de Cabedelo tem tudo para voltar ao apogeu”, finaliza o diretor presidente da Companhia Docas.


Fonte: News Comunicações




Porto de Cabedelo faz workshop no RS e divulga projeto de cabotagem
Postado por Docas - PB em 06-07-2010  




Foi pensando no desenvolvimento do transporte marítimo de cabotagem do Porto de Cabedelo, apontado como o grande potencializador do fluxo de mercadorias entre as regiões Sul e Nordeste do País, que o diretor presidente da Companhia Docas da Paraíba, Wagner Breckenfeld, viajou nesta segunda-feira (5) ao Rio Grande do Sul, onde divulgará o projeto do terminal paraibano e firmará parcerias com portos e empresários gaúchos interessados em escoar suas mercadorias pelo Nordeste.

Durante esta semana, o Porto de Cabedelo, em parceria com a Superintendência de Portos e Hidrovias do Rio Grande do Sul, da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) e a Secretaria Especial dos Portos da Presidência da República, promoverá um workshop para toda a comunidade portuária, comerciantes e industriais na cidade de Pelotas (RS), nas próximas quarta (7) e quinta-feira (8).

Na oportunidade, será firmada uma parceria com os portos de Pelotas e de Rio Grande. O intuito é transformar o Porto de Cabedelo em um pólo de concentração da carga gaúcha, bem como das mercadorias do mercado do Cone Sul do continente americano, visto que esses terminais são vias naturais de escoamento de cargas argentinas e uruguaias.

Segundo o diretor comercial do Porto de Cabedelo, Francisco Paquet, que acompanha Breckenfeld em visita ao Rio Grande do Sul, o intuito da parceria é também fazer com que as mercadorias nordestinas cheguem aos mercados do Cone Sul através do projeto de cabotagem do Porto de Cabedelo.

Para Wagner Breckenfeld, a principal vantagem da parceria será o aumento do fluxo de mercadorias no ancoradouro paraibano, bem como um aumento da competitividade desses produtos nas duas extremidades do tráfego, além da abertura “de um imenso leque de variedades de mercadorias para o terminal paraibano”.

O diretor presidente da Companhia Docas da Paraíba também adiantou que no mês de agosto outro workshop deverá ser organizado, dessa vez na Paraíba e com a participação da Federação das Indústrias do Estado (Fiep), para a apresentação do projeto ao empresariado paraibano. A cabotagem é denominada como transporte marítimo realizado entre dois portos da costa de um mesmo país ou entre um porto costeiro e um fluvial, e se contrapõe à navegação de longo curso, ou seja, aquela realizada entre portos de diferentes nações.


Fonte: News Comunicações




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